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Na mesma onda do papel de parede, também este calendário foi desenvolvido, mas desta vezm reagindo à luz … a cada noite que passa, quando fica escuro, a tinta apaga-se e renova-se com a data do dia seguinte à luz. Smart :)


Add comment Sunday, May 18, 2008

Com material de antigas caixas para biscoitos, a HUH faz muitas coisas giras …


Add comment Sunday, May 18, 2008

Caos na Cozinha

Estava eu à procura de uma receita de tarte de maçã daquelas à americana, altas, densas e fofas, quando encontrei este blog giríssimas de duas cozinheiras e respectivas tropelias:

Um caos na cozinha … a não perder!


Add comment Friday, May 16, 2008

Kamp

Auschwitz é um símbolo do lado mais negro da humanidade. Daquilo que achamos impossível acontecer, mas que fomos (e somos) capazes de fazer. Em palco está uma maqueta gigante do campo de Auschwitz. Neste campo estão cerca de 3000 marionetas de 8 cm. Cada uma tem uma cara, uma expressão. Ao fundo, um ecrã de televisão. Os 3 actores movem-se através da maqueta e dão vida às marionetas. Têm pequenas câmaras de filmar nos dedos que projectam no ecrã o quotidiano do campo: a chegada do comboio, as câmaras de gás, os trabalhos forçados, os espancamentos. A projecção amplia a brutalidade dos actos e recorda-nos o horror destes acontecimentos. Há memórias que o tempo não deve apagar. Porque só lembrando o passado podemos prevenir o futuro.


Add comment Thursday, May 15, 2008

Uma vida portuguesa

Fica no Chiado, na Rua Anchieta, Nº 11 (a seguir à Livraria Bertrand), é a primeira (de muitas, espero!) loja d’ Uma Casa Portuguesa, é uma lufada de ar fresco no comércio lisboeta, e ninguém consegue resistir a sair de lá de mãos a abanar.


Add comment Thursday, May 15, 2008

“Os homens perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem o dinheiro para recuperar a saúde. E por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem do presente, de forma a que acabam por não viver nem no presente, nem no futuro. E vivem como se nunca fossem morrer… e morrem como se nunca tivessem vivido.”

Foto: Graça Loureiro


1 comment Monday, May 12, 2008

Dia Mundial do Comércio Justo - Feira
10 Mai: 10h-19h
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Dia 10 de Maio comemora-se o Dia Mundial do Comércio Justo. O Jardim do Príncipe Real recebe uma feira onde é possível encontrar produtos alimentares e artesanato, com destaque para os panos tradicionais da Guiné-Bissau. Info: 213 172 860 (CIDAC - Organização Não Governamental) 

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Internet: www.cidac.pt

 


Add comment Friday, May 9, 2008

Cores e decoração

Vermelho: Cor do fogo e do sangue. Cria ambientes ousados, quentes e íntimos. Produz um efeito muito estimulante, pelo que convém usar com moderação em casas frequentadas por pessoas nervosas. Recomendada para salas.

Laranja: Cor do Sol nascente e do crepúsculo. É uma cor enérgica, que estimula o convívio. Muito apropriada para salas, ou, muito moderadamente, nos quartos.

Amarelo: Cor da luz do Sol e do brilho do ouro. É ideal para divisões escuras e pequenas, pois, com alguns toques de branco, irá iluminar e ampliá-las. Estimula a concentração.

Verde: Cor da Natureza, calmante e refrescante. É uma cor auspiciosa, e que potencia as nossas qualidades. Representa o crescimento. Muito adequada em qualquer divisão da casa.

Azul: É uma cor tranquilizadora, muito benéfica para quartos. As suas vibrações ajudam-nos a purificar quando estivemos num ambiente negativo.

Violeta: Cor mística e nostálgica. É a cor mais profunda e silenciosa do espectro. Favorece a meditação. O seu uso excessivo pode tornar-nos melancólicos.

Rosa: É uma cor romântica e sensual. Protege-nos dos nossos receios e ajuda-nos a progredir na vida afectiva.

Cinzento: Cor da névoa e das cinzas. Tem algum efeito depressivo sobre a saúde, excepto se usado em pequenos pontos, para suavizar ambientes com cores muito quentes.

Branco: Neutro. Amplia o espaço e reflecte a luz. Cor da pureza. Harmoniza ambientes. Adequado para qualquer divisão da casa.

Preto: Símbolo das trevas. Ajuda eficaz quando queremos esquecer um desgosto, no entanto, é preferível utilizar com muita moderação, em pequenos pormenores.


Add comment Wednesday, May 7, 2008

Apenas ninguém a quer …

Tarte de mirtilos
- Achas que ele vem cá buscar as chaves?

- Não sei, há clientes que deixam aqui as chaves durante anos. Às vezes demora alguns dias, às vezes algumas semanas.

- E a maioria das vezes?

- A maioria das vezes as chaves ficam no boião.

- Porque é que as guardas? Devias deitá-las fora.

- Não. Não, não posso fazer isso.

- Porque não?

- Se eu deitar estas chaves fora, essas portas ficarão fechadas para sempre. E isso não cabe a mim decidir. Não é?

- Acho que só estou à procura de um motivo.

- Bem, segundo o que observo… às vezes é melhor não saber. E outras vezes… não há motivo algum a ser encontrado.

- Tudo tem um motivo.

- É como estas tartes e bolos. No final de cada noite… o “Cheesecake” e a “Tarte de Maçã” acabam sempre. A torta de pêssego e o bolo de mousse de chocolate quase que acabam. Mas há sempre uma tarte de mirtilos que sobra, ainda intocada.

- Então o que há de mal com a tarte de mirtilos?

- Não há nada de mal com a tarte de mirtilos. As pessoas é que fazem outras escolhas. Não se pode culpar a tarte de mirtilos. Apenas ninguém a quer.

Obs: Diálogo retirado do filme “My Blueberry Nights”


Add comment Wednesday, May 7, 2008

Quidam

Quidam, pronunciado “key-dam”, vem do latim e significa transeunte anónimo, uma figura solitária numa rua qualquer, alguém que passa à pressa, que se sente sozinho no meio da multidão.

Quidam, dirigido por Franco Dragone, transforma um mundo anónimo num espaço de esperança e de relacionamentos.

Com mais de 50 artistas de mais de dez países, esta produção é uma excitante combinação de arte acrobática, mestria técnica, criações extravagantes e uma inspiração musical excepcional, harmoniosamente entrelaçadas por um fio emocional dramático.

Quidam apresenta a German Wheel, Banquine, Spanish Webs, Diabolos, Aerial Contortion in Silk, e, obviamente, os aclamados Crazy Clowns. Uma impressionante banda sonora tocada ao vivo, resulta de misturas culturais eclécticas, instrumentos de corda clássicos e sintetizadores, misturadores e guitarras.

Apresentado sob o ambiente único do Grand Chapiteau, Quidam é verdadeiramente uma experiência única do Cirque du Soleil.

 

A criação do Cirque du Soleil

Tudo começou em Baie-Saint-Paul, uma pequena cidade próxima de Quebeque, no Canadá. Por essa altura, início da década de 1980, um grupo de coloridos personagens vagueava pelas ruas em cima de andas, a fazer malabarismos, a dançar, a cuspir fogo e a tocar música.

Eram conhecidos por Les Échassiers de Baie-Saint-Paul (os Caminhantes em Andas de Baie-Saint-Paul), um grupo de teatro de rua fundado por Gilles Ste-Croix. Já nessa época, a cidade ficava impressionada e intrigada com os jovens artistas, que incluíam Guy Laliberté que acabou por se tornar o fundador e director do Cirque du Soleil.

A companhia acabou por formar o Le Club des Talons Hauts (O Clube do Tacão Alto) e, mais tarde, em 1982, organizou La Fête Foraine de Baie-Saint-Paul, um evento cultural onde os artistas de rua de todos os cantos do mundo se encontravam para trocar ideias e alegrar as ruas da cidade durante alguns dias.
A Fête Foraine repetiu-se em 1983 e 1984. O Club des Talons Hauts começou a ganhar notoriedade e Guy Laliberté, Gilles Ste-Croix e os seus seguidores, começaram a alimentar um sonho aparentemente impossível: criar uma companhia de circo no Quebeque que viajasse por todo o mundo.

Em 1984, a Cidade do Quebeque celebrava o 450º aniversário da descoberta do Canadá por Jacques Cartier e precisavam de um espectáculo que levasse as festividades a todos os pontos da província. Guy Laliberté apresentou a proposta de um espectáculo chamado Cirque du Soleil (Circo do Sol) e conseguiu convencer os organizadores. Desde então, o Cirque du Soleil nunca mais parou!

Alguns dados estatísticos

 

  • Em 1984 73 pessoas trabalhavam para o Cirque du Soleil. Actualmente, este é um negócio que emprega mais de 3.800 pessoas por todo o mundo, incluindo cerca de 1.000 artistas.   
  • Só na Sede Internacional de Montreal trabalham mais de 1.700 pessoas.   
  • A idade média dos empregados é 35 anos.   
  • Os funcionários e artistas do Cirque representam mais de 40 nacionalidades e falam 25 línguas diferentes.   
  • Desde 1984, as digressões dos espectáculos do Cirque du Soleil já fizeram cerca de 250 paragens em mais de 100 cidades por todo o mundo.   
  • Mais de 70 milhões de espectadores já viram um espectáculo do Cirque du Soleil.   
  • Perto de 10 milhões de pessoas vão ver um espectáculo do Cirque du Soleil em 2007.   
  • Desde 1992 que o Cirque du Soleil não recebe quaisquer donativos de sectores públicos ou privados.

 

Estreia 18 Abril - 21h30 

Grand Chapiteau  

Passeio Marítimo de Algés

Veja fotos, vídeos e muitas curiosidades
visite o blog:
quidam.blogs.sapo.pt


1 comment Wednesday, May 7, 2008

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