Archive for the ‘ Ambiente ’ Category

Pescas?!

E diz este povo que em Portugal nada se ganha nem nada se faz em desporto a não ser futebol, o grande Rei da malta do coirato e da bela da bifana; mais recentemente e por força da geografia, também o surf tem vindo a merecer maior destaque graças ao grande Saca, nativo da não menos grande Ericeira. Mas e de pesca, esse desporto tão familiar que originava saborosas grelhadas em casa dos nossos avós aos Sábados e Domingos?? Pois é… o meu avô, bem como o meu pai e outros familiares também são da velha guarda e mantêm na pesca uma fé inabalável de tranquilidade e momentos bem passados. Fui investigar e percebi que a pesca continua a dar que falar, e em alguns locais a bombar mesmo em grande, como é o caso do Alentejo, onde estes jovens vencem torneio atrás de torneio, em tons garridos de vitória; por trás, a empresa Anaquático que se mantém actual e que tem um site, por sinal, muito fashion (nada parecido com os cenários amadeirados que as pescas antigas nos recordam) … acho que este Sábado vou ali até à praia apanhar um robalinho para o almoço!!!

Design Lusitano: UFOLD, by André Costa

Quem é que disse que em Portugal não se faz nada, quem foi??? Ah, bom!

Design: André Costa

Dar ao pedal

Era uma destas que eu adorava ter para ir para o trabalho!

125 anos … Parabéns!

Este mês o Jardim Zoológico de Lisboa comemorou 125 anos de existência. Confesso que sou uma presença bastanta assíduo e tento lá ir bem mais do que só duas ou três vezes por ano. Amo animais, vida selvagem e a liberdade que me transmitem (para além do facto de serem de muito maior confiança que a maioria dos humanos). Com uma campanha de marketing muito moderna e elegante em torno dos 125 anos, não deixem de visitar o Zoo… é um daqueles clássicos para a vida =)

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Iniciativa P.E.T.

Com a nova iniciativa P.E.T. da Pro Plan em parceria com a Liga Protectora dos Animais, basta apenas um registo no site (leva uns 3 minutos a fazer) e estará já a contribuir com uma refeição oferecida a um animal abandonado. Parece pouco… mas e se 10 milhões de portugueses se registassem? Pois é… um pequeno passo para o homem … um grande passo para  a humanidade! Toca a registar, não custa nada e o direito dos animais à vida é tanto como o nosso.

Um animal abandonado pela sua família não é imune aos sentimentos. Também ele se sente perdido, sozinho, e sim… os animais sofrem, muito embora algumas pessoas desprovidas de sensibilidade, ou simplesmente imbecis, não acreditem.

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REGISTEM-SE!!! Força aí na maionese (como diz o outro)… ;)

Pois é …

WWF mostra neste anúncio uma verdade que deveria envergonhar… estamos a intoxicar o nosso planeta :(

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* copo reciclável

Para todos os que lançam pragas à Starbucks e afins pelo imenso desperdício de papel nos copos transportáveis, aqui fica uma opção amiga do ambiente e igualzinha aos originais, mas de porcelana :)

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Inspirações

Isto sim, é imaginação …

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*bolbos

Durante o Outono é a altura apropriada para plantar bolbos que irão dar cor ao jardim no fim do Inverno. Às vezes até já nem nos lembrávamos de os ter plantado e são assim uma dupla alegria.Para tirar partido das fragrâncias de alguns destes bolbos de Inverno, devem ser plantados em maciço e em locais elevados como por exemplo em vasos colocados em locais de passagem. Mas atenção que não se devem misturar cheiros diferentes pois o resultado pode ser diferente do esperado.Mas a versatilidade dos bolbos é tão grande que não é preciso ter jardim para os cultivar. Dão-se bem em terraços, floreiras de janela ou mesmo dentro de casa. Podem-se obter belos vasos com as túlipas, narcisos, jacintos, íris, muscari e outros pequenos bolbos.

Quanto mais original for o vaso escolhido mais espectacular será o resultado. É importante no entanto que o vaso seja furado para uma conveniente drenagem do excesso de água. Os vasos não precisam de serem muito fundos, basta que apresentem uma altura correspondente a pelo menos duas vezes a altura do bolbo a plantar.

A ponta superior dos bolbos deve ficar ao nível do rebordo do vaso. Os bolbos devem ser plantados em número ímpar e muito juntos para criar um melhor efeito visual. Não devem no entanto tocar-se entre si ou nos bordos do vaso.

O composto a utilizar deverá possuir uma boa retenção de água mas é preciso ter cuidado para não encharcar pois pode provocar o apodrecimento dos bolbos.

Para todas as espécies é essencial utilizar bolbos de maior calibre e saudáveis (firmes ao toque e sem manchas). Bolbos pequenos podem não florir.

Dentro de casa poderá antecipar a floração. Para isso é necessário fazer passar os bolbos por algumas fases:

Após a plantação dos bolbos é conveniente colocar os vasos num local onde as temperaturas sejam baixas (5-10ºC) durante pelo menos dois meses (fase de enraizamento). Este local deverá ter também alguma obscuridade e imperativamente um bom arejamento. Uma cave ou uma garagem são exemplos de locais onde se podem obter bons resultados. Durante este período os únicos cuidados necessários consistem na rega para manter a terra sempre húmida.

Passado esse tempo os vasos podem ser então transferidos progressivamente para condições de plena luz e temperaturas de 18/20ºC (fase de floração). Nestas condições a floração surgirá cerca de um mês depois.

A floração será tanto mais prolongada quanto mais baixa for a temperatura ambiente pelo que é de evitar colocar os vasos perto de aparelhos de aquecimento ou zonas de corrente de ar.

Cultura em água

Os jacintos podem mesmo ser forçados a florir só em água. Existem no mercado alguns modelos de vasos, geralmente de vidro, especiais para a cultura dos jacintos, que se enchem de água e onde se coloca um único bolbo. Nestes, a água deve apenas tocar a base do bolbo.

Também os narcisos podem ser cultivados em vasos estanques e cheios de gravilha ou pequenas pedras roladas. Os bolbos são colocados sobre uma camada deste material inerte e o recipiente cheio de água até à base dos bolbos. Este tipo de cultura muito comum na China é particularmente indicada para os narcisos mas pode aplicar-se a todas as espécies.

As fases de enraizamento e floração devem ser seguidas de modo idêntico à cultura em terra.

Se este tipo de cultura for iniciado em meados de Setembro é possível ter no fim de Dezembro a casa cheia de cor e agradavelmente perfumada. É também uma sugestão para algumas prendas originais, económicas e personalizadas.

Texto do Portal do Jardim

P.S.: Esta semana vou comprar bolbos de jacintos, narcisos e tulipas e depois digo-vos o resultado … mas acho que vou ter um jardim de jacintos, adoro-os!

Campanha: re-utilizar óleo

Pela primeira vez, vai passar a existir em Portugal, uma resposta de âmbito nacional para o destino dos óleos alimentares usados. A partir de dia 15 de Julho, a AMI lança ao público este projecto que conta já com a participação de milhares de restaurantes, hotéis, cantinas, escolas, Juntas de Freguesia e Câmaras Municipais.

 

A AMI dá com este projecto continuidade à sua aposta no sector do ambiente, como forma de actuar preventivamente sobre a degradação ambiental e sobre as alterações climáticas, responsáveis pelo aumento das catástrofes humanitárias e pela morte de 13 milhões de pessoas em todo o mundo, de acordo com a Organização Mundial de Saúde.

Os cidadãos que queiram entregar os óleos alimentares usados, poderão fazê-lo a partir de agora. Para tal, poderão fazer a entrega numa garrafa fechada, dirigindo-se a um dos restaurantes aderentes, que se encontram identificados e cuja listagem poderá ser consultada no site www.ami.org.pt.

Os estabelecimentos que pretendam aderir, recebendo recipientes próprios para a deposição dos óleos alimentares usados, deverão telefonar gratuitamente para o número 800 299 300.

Este novo projecto ambiental da AMI permitirá evitar a contaminação das águas residuais, que acontece quando o resíduo é despejado na rede pública de esgotos, e a deposição do óleo em aterro. Os óleos alimentares usados poderão assim ser transformados em biodiesel, fornecendo uma alternativa ecológica aos combustíveis fósseis, e contribuindo desta forma para reduzir as emissões de Gases de Efeito de Estufa (GEE). Ao contrário do que por vezes acontece com o biodiesel de produção agrícola, esta forma de produção não implica a desflorestação nem a afectação de terrenos, nem concorre com o mercado da alimentação.

São produzidos todos os anos em Portugal, 120 milhões de litros de óleos alimentares usados, quantidade suficiente para fabricar 170 milhões de litros de biodiesel. Este valor corresponde ao gasóleo produzido com 60 milhões de litros de petróleo, ou seja, o equivalente a cerca de 0,5% do total das importações anuais portuguesas deste combustível fóssil. A AMI dá assim a sua contribuição para favorecer a independência energética do país, conseguindo atingir este objectivo de forma sustentável e com uma visão de longo prazo, não comprometendo outros recursos igualmente fundamentais para o desenvolvimento da sociedade e para o bem-estar da população.

Segundo a União Europeia, o futuro do sector energético deverá passar pela redução de 20% das emissões de GEE até 2020, assim como por uma meta de 20% para a utilização de energias renováveis. Refere ainda uma aposta clara na utilização dos biocombustíveis, que deverão representar no mínimo 10% dos combustíveis utilizados.

A UE determina ainda que os Estados-Membros deverão assegurar a incorporação de 5,75% de biocombustíveis em toda a gasolina e gasóleo utilizados nos transportes até final de 2010 e o Governo anunciou, em Janeiro de 2007, uma meta de 10% de incorporação de biocombustíveis na gasolina e gasóleo, para 2010.

As receitas angariadas pela AMI com a valorização dos óleos alimentares usados serão aplicadas no financiamento das Equipas de Rua que fazem acompanhamento social e psicológico aos sem-abrigo, visando a melhoria da sua qualidade de vida.

 Para participar neste projecto da AMI:

 – Junte o óleo alimentar que usa na sua cozinha numa garrafa de plástico e entregue-a quando estiver cheia num dos restaurantes aderentes. Os restaurantes estão identificados e a lista completa está disponível aqui;

– Distribua folhetos pelos seus colegas. Solicite estes materiais, enviando um e-mail para reciclagem@ami.org.pt;

 – Divulgue esta informação no seu site ou blog, incluindo o anúncio de rádio ;

 – Encaminhe este e-mail para os seus colegas.

Fundação AMI
Rua José do Patrocínio, 49 | 1949-008 Lisboa | Tel. 218 362 100 | Fax 218 362 199
E-Mail: reciclagem@ami.org.pt | Internet: www.ami.org.pt