Archive for the ‘ Cuisine ’ Category

* Beringelas gratinadas com chèvre

Descobri esta receita deliciosa no blog FRESH, DELICIOUS AND SWEET, bem português e bem saboroso! Espero que  gostem (eu assim que recuperar do dente do siso tamanho XXL que me retirado, vou logo experimentar… por agora, embora esteja morta de fome, tudo o que me resta é escrever sobre comida )

beringela


Para 4 pessoas:
2 beringelas
sal
1 colher de chá de sementes de cominhos
3 dentes de alho
1 dl de vinho tinto
½ limão
Vaqueiro Líquida
pimenta de moinho
8 fatias de queijo chèvre (nem muito grossas nem muito finas)
orégãos
pão em fatias
3 a 4 tomates maduros


1.Ligue o forno e regule-o para os 200°.

2.Lave as beringelas, elimine as extremidades e corte-as em rodelas com cerca de 0,5 cm de espessura. Coloque as beringelas num passador, salpique-as com sal grosso e deixe a escorrer.

3.Entretanto, deite as sementes de cominhos numa frigideira antiaderente e aloure-as levemente sobre lume moderado. Deite-as num almofariz, junte-lhes um pouco de sal grosso e esmague-as bem. Esborrache os dentes de alho, tire-lhes a pele e pique-os finamente.

4.Passe as beringelas por água e escorra bem. Coloque-as num recipiente e junte-lhes o vinho tinto, um pouco de sumo de limão e salpique com os dentes de alho e a msitura de cominhos e sal. Deixe-as assim durante cerca de 15 minutos.

5.Pincele 4 recipientes individuais ou um tabuleiro grande com Vaqueiro Líquida.

6.Divida as fatias de beringela em 4 porções e disponha as fatias de cada porção em roseta sobre os recipientes escolhidos. Salpique com a marinada e pimenta acabada de moer, regue com um pouco de Vaqueiro Líquida e leve ao forno durante cerca de 20 minutos ou até as beringelas estarem macias.

7.Disponha as fatias de chèvre sobre as beringelas, polvilhe com orégãose introduza de novo no forno, ligando o grelhador. Deixe o queijo gratinar e aproveite para aquecer um pouco algumas fatias de pão. Entretanto lave o tomate e corte-o em gomos.

8.Sirva as beringelas gratinadas acompanhadas com os gomos de tomate e fatias de pão aquecido.

Pêras em vinho tinto

Com uma forma elegante e contornos ricos, a pêra é desde sempre uma sobremesa bastante atractiva. Com um líquido requintado como o vinho tinto, esta fruta adquire um profundo e texturizado tom de rubi, e o seu aroma, enriquecido com anis, torna-se inebriante. Adiciona-se ainda uma vagem de baunilha, um pau de canela e algumas raspas de laranja, et voilá! Depois de mergulhar a pêra neste preparado mágico, o ideal é deixá-la lá mergulhada durante uma noite inteira (ou mesmo por alguns dias), de modo a que a fruta adquira uma cor profunda e um sabor forte. Depois é só colocar numa prato e decorar com natas ou mascarpone para acompanhar, e temos aqui um final de refeição perfeito para um dia frio de Inverno.

4 chávenas de água fria
Sumo de 1 limão
6 pêras rijas
1 garrafa de vinho tinto leve
3/4 chávenas de açúcar
1 casca de laranja
1 anis estrelado
1 vagem de baunilha inteira, cortada em metades
1 pau de canela
½ chávena de natas batidas ou ¾ de mascarpone (para server)

poachedpears

1. Numa taça larga, colocar a água e o sumo de limão. Descasque as peras, mas mantenhas as hastes intactas. Corte um pedaço pequeno da base da pêra apenas para que ela se aguente de pé. Deite as peras dentro de água e deixe estar.


2. Numa panela larga o suficiente para suportar todas as peras, combine o vinho, açúcar, casca de laranja, anis, baunilha e canela. Colocar em lume médio e mexer até que todo o açúcar se dissolva.


3. Adicionar as peras ao preparado anterior. Para manter as peras submersas no líquido, corte um círculo de papel do tamanho da panela e coloque-o à superfície. Coloque depois um prato no topo do papel e ele irá pressionar as peras para se manterem mergulhadas no líquido.


4. Cozinhe as pêra durante 25 minutos ou até que elas estejam suficientemente tenras quando picadas por um garfo. Dependendo da pêra, isto poderá levar mais 10 ou 5 minutos.


5. Retire a panela do lume e deixe as frutas lá dentro, no liquido borbulhante.


6. Transfira as peras e o líquido para uma taça grande e coloque no frigorífico durante várias horas ou um máximo de 3 dias.


7. Deite cerca de um terço do líquido numa panela e leve-o novamente a ferver em lume alto. Deixe a mistura ferver bem para reduzir o glacê do açúcar, até que a consistência atinja algo perto da textura do mel.


8. Para servir, coloque as peras num prato cada uma, e deite por cima este xarope de líquido fervido. Adicione em seguida as natas batidas ou o mascarpone… e já está!


Bon appétit!

Green Kitchen

Uma cozinha auto-suficiente? Pode não o ser a 100%, mas está no bom caminho. A ideia é da Whirlpool, num projecto a que chama Green Kitchen, um protótipo que chega ao mercado já em 2010.

 

No entanto, apesar de o sistema Green Kitchen ter sido agora apresentado, a sua chegada ao mercado está prevista apenas para 2010. A explicação para este desfasamento é dada por Ezio Manzini, professor de Design no Politécnico de Milão e membro do painel de oradores nesta apresentação: “Vivemos uma lógica de mercado e de produção que privilegia o produto em vez de sistemas completos. Isso faz com que o processo de concepção e de produção destes projectos seja demorado.”

Os atributos do Green Kitchen incluem a reciclagem de energia – por exemplo, usar o calor produzido pelo compressor do frigorífico para aquecer a água para lavar a loiça – e o tratamento de águas – a água fria é acumulada num tanque e tratada para que possa ser reutilizada (por exemplo, para lavar o chão ou mesmo na máquina de lavar).

E tudo isto se passa no interior dos módulos que compõem esta cozinha, longe dos nossos olhares, o que garante a qualidade estética. Uma boa forma de aproximar os consumidores da cozinha, numa era em que cada vez passamos menos tempo em casa, mas em que, paradoxalmente, nos sentimos mais próximos de tudo o que diz respeito à arte de cozinhar e de viver esta área da casa.

Redução para poupar
A cozinha Green Kitchen ajuda os consumidores a reduzir a conta de electricidade. Eis as vertentes em que se verifica a poupança:
Produtos – 16%
Poupança no consumo de energia dos electrodomésticos, graças à tecnologia de ponta.
Ecossistema – 24%
Poupança de energia resultante de uma cozinha concebida para adaptar, reduzir e reciclar água, calor e energia.
Comportamento – 10%
Poupança que a Whirlpool afirma que decorre da alteração de comportamento dos consumidores, através do estímulo a uma cultura de sustentabilidade.

Inovação
Os electrodomésticos presentes no sistema Green Kitchen apresentam novas funcionalidades, criadas para simplificar o uso e facilitar a poupança (um dos pontos fortes deste sistema).
Frigorífico – Uma gaveta de frio impede que o ar frio se perca ao abrir a porta do frigorífico, reduzindo em 50% a energia necessária para restabelecer a temperatura.
Armazenamento – Um espaço dedicado ao armazenamento de vegetais e frutas, a baixa temperatura, faz com que possamos abdicar de os colocar no frigorífico.
“Jardim” – Uma pequena estufa na parte superior da cozinha permite cultivar ervas aromáticas, para uso doméstico.

 

 

{pasteis de nata}

Pasteis de Nata, versão La Tartine Gourmande. Béa esteve em Portugal e deliciou-se … terá ela ido a Belém?? Hummm … não me parece =)

Cannelle et Vanille*

Hummmmm …

… adoro o Cannelle et Vanille =) Sabe a aconchegos!

Fragoleto – Gelados tradicionalmente italianos


Fragoleto – Gelataria/Cafetaria
Rua da Prata, 80
Lisboa
Tel.: 218877971
Horário: de segunda a sexta-feira, das 10h00 às 20h00; sábados, das 14h30 às 20h00.

“A Fragoleto vai passando despercebida a muita gente que anda pela Baixa de Lisboa; mas há aqueles que, desde há um ano, todos ou quase todos os dias se encontram à porta para ir comer o seu gelado. E, olhando concentradamente para a vitrina, vão dizendo: «vamos lá ver que sabores há? Melancia… amora… figo… chá preto com bergamota… então hoje vai ser chocolate preto e baunilha.» Esse chocolate preto é um gelado da linha de soja, a qual se destaca por não incluir leite nem açúcar na confecção. Outras linhas que vão tornando famosa esta gelataria são a de chá – preto ou verde – e a fruta de toda a vida, mas que se vai adaptando ao que as estações do ano proporcionam. No Outono, por exemplo, fazem gelado de castanha e de amêndoa; no Verão, melão e meloa ou maracujá; e por aí fora.
Manuela Carabina, gelateira formada em Itália e mulher que decidiu largar a sua vida segura para investir neste negócio fresquinho, defende que o «facto de serem tradicionais não quer dizer que não haja inovação». Tradicional é a forma como se fazem, o resto é mestria. A grande novidade é que muitos destes gelados são aptos para diabéticos e para vegetarianos/veganos!”

In revista Blue Living – Outubro 2006

{Flagrante Delícia}

Hummm …

… parece delicioso não é?? Bom, eu não sei porque ainda não fiz (embora já esteja nos planos para este fim de semana) mas descobri esta receita no super interessante blog da Leonor Sousa Bastos. Estes bolinhos são típicos de Palma de Maiorca e consta que se saboreiam com chocolate quente e gelado (oh meu Deus!!! …. ), e chamam-se Cuartos. Pronto, estou apaixonada por este blog … a receita está por lá =)