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The William

A tecnologia agora ajustada à cozinha, em forma de gadget :)

Our Kitchen

Hoje descobri este blog… uma delícia :)

FuNnY o.O

O sonho de muitos italianos deve mesmo ser pôr o Berlusconi de molho … para quando um chá vermelho de Sócrates?!  Daqui.

Lady Marmalade

Olá :) Hoje fiquei em casa o dia inteiro (preguicite after-vacation) e decidi fazer marmelada e geléia, com a ajuda da minha avózinha. Seguimos então a receita do blog Para Cozinhar , pois começei a fazê-la sozinha, mas por pura curiosidade era esta exactamente a receita que a minha avó fazia antigamente, exceptuando o pormenor de tapar os fracos com o papel vegetal embebido em aguardente. Assim sendo, aqui fica a receita e o link do site, com excelentes sugestões para os dias mais frios que já se avizinham.

Marmelada

Ingredientes:

1kg de marmelo limpo
1kg de açúcar
1dl de água

Preparação:

Levar os marmelos cortados em pedaços ao lume com o açúcar e a água. Deixar cozer bem. Quando tudo estiver cozido, reduzir a puré com a varinha mágica, de modo a ficar uma mistura homogénea. Deixar ferver mais um pouco até atingir o ponto de estrada.
Deitar em tacinhas e deixar secar com uma tampa de papel vegetal embebida em aguardente.


Colocar todos os caroços dos marmelos num tacho e juntar água.
Deixar esta mistura ferver, o que demora algum tempo, até reduzir bastante. Coar a mistura por uma gaze fininha, e medir o líquido, agora limpo de impurezas.
Por cada litro de líquido, juntar 1kg de açúcar. Levar novamente ao lume a ferver até atingir o ponto desejado, mais ou menos espessa.

Bom Apetite!

{Nordljus}

Huummm … é capaz de ser dos melhores sites sobre cuisine de sempre!

E porque é que os queques e os pastéis têm que vir sempre embrulhados em papel metlizado ou forminhas queimadas? Podem comer-se … com estilo =) Uma ideia a reter pelas moças casadoiras, ou simplesmente, pessoas que gostem de coisas bonitas. E por falar nisso, eu sou dessas pessoas que gostam de coisas bonitas, e gosto de apresentar a comida de uma forma gira, nem que seja só um detalhe, acho que dá logo outro lado … por isso fico desolada quando coisas assim acontecem:

– ó avó, porque é que cortaste as batatas aos palitos? Redondas ficavam melhor com o prato e eu até já tinha pensado no que ia fazer …

– ó filha, isto é tudo para se comer, vai tudo para o mesmo sítio, que diferença é que faz?

 

o_0 …

e por falar em ervas …

Aqui vos deixo algumas dicas preciosas, que encontrei no site da Nestlé:

– Os coentros são muito utilizados para macerar caça e carne e para condimentar pratos de leguminosas, couves e cozidos.

– Os cominhos são indicados para condimentar assados, molhos espessos e outros pratos.

– Para conservar as ervas de folhas mais macias, como a salsa e o cerefólio, recorre-se geralmente à congelação.

Verá que se conservam por bastante tempo sem amolecer e sem perder o cheiro. Antes de congelar, ate pequenos ramos com um fio resistente e mergulhe-os em água a ferver, durante 1 minuto.

– Pode conservar ervas aromáticas frescas, cortando-as e mergulhando-as em pequenas quantidades de óleo. Depois coloque-as em cuvettes de gelo e ponha-as no congelador.

– Pode picar a salsa e conservá-la no frigorífico ou no congelador, pronta a usar. Para polvilhar, divida porções em pedaços de papel de alumínio, enrole, dobre e leve ao frigorífico até um máximo de cinco dias. Se congelar, não deixe ultrapassar as duas semanas. Se incluir em receitas, divida porções por cuvetes, preencha com água e leve ao congelador, até um mês. Retire e aplique na receita.

– Se gosta de utilizar as ervas frescas, pode conservá-las por vários dias, se as lavar e guardar em pé num copo com água suficiente para chegar às hastes. Deverão ser cobertas com um saco de plástico folgado.

– Só deve juntar salsa aos seus cozinhados quando estiverem quase prontos, pois quando cozida tem um sabor amargo.

– Se gosta de utilizar ervas secas em saladas, experimente regá-las previamente com água a ferver e deixá-las mergulhadas durante um minuto. Depois de escorridas, espalhe-as na salada e aprecie a sua cor e sabor.

– O estragão utiliza-se em pratos de frango, vitela, omeletas, peixes gordos, molho holandês e tártaro, molhos de saladas e na maionese.

– As folhas frescas da hortelã aromatizam sopas e pratos de carne e peixe. Também servem de ornamento de bebidas e de certos doces com frutos.

– O louro utiliza-se em guisados, molhos, patês e em todas as marinadas. Se, para além do sal e da pimenta, costuma temperar os alimentos com folhas de louro, saiba que conseguirá atribuir-lhes muito mais sabor se utilizar louro triturado.

Manjerona: aroma adocicado que pode utilizar em peixes gordos, borrego assado, porco, vitela, frango, pato e perdiz. Também pode utilizar em sopas, guisados, omeletas, pratos de tomates ou de cogumelos.

Orégãos: aroma muito comum na cozinha algarvia e alentejana, utilizado em pratos de carne, sopas, molhos, pizzas e principalmente nas saladas de tomate e pepino.

Salsa: é a mais utilizada das ervas aromáticas na cozinha portuguesa, não só como condimento, mas também como guarnição.

Salva: Aroma forte e levemente amargo. Pode utilizar em pratos de carne, estufados ou guisados.

Tomilho: Erva muito aromática que pode utilizar em peixes gordos, porco assado, vitela, criação, recheios e como condimento de alguns legumes cozidos.

Caos na Cozinha

Estava eu à procura de uma receita de tarte de maçã daquelas à americana, altas, densas e fofas, quando encontrei este blog giríssimas de duas cozinheiras e respectivas tropelias:

Um caos na cozinha … a não perder!

10 segredos para cozinhar bem massa

Um pouco de técnica é fundamental quando chega o momento de cozinhar massa. Os segredos para pratos fenomenais.


1. Quando se coloca a massa na água a ferver é necessário que o glúten nela contido endureça o mais rapidamente possível. Logo, é necessário que o recipiente seja de tamanho suficiente para permitir uma rápida retomada da fervura.2. É preferível usar sal grosso de cozinha. Este deve colocar-se na água a ferver antes de introduzir a massa.

3. O utensílio para mexer a massa deve ser de pau ou de plástico e nunca de metal. O metal subtrai calor à água, interrompendo a fervura.

4. O fogo deve estar muito forte de início. Uma vez adicionada a massa e a água a ferver, baixa-se um pouco o lume continuando a cozedura moderada.

5. O tempo de cozedura calcula-se desde o momento em que a água retoma de novo a fervura. Para julgar o ponto ideal de cozedura da massa o melhor sistema é prová-la, de quando em vez.

6. Quando cozida a massa, a fervura deve ser de imediato interrompida, vertendo-se na panela um pouco de água fria.

7. Para verificar se a massa seca é de boa qualidade, coloca-se um pouco da água da cozedura num copo e verifica-se a transparência. Quanto mais límpida a água, melhor a massa.

8. A massa seca, depois de cozida, deve possuir uma cor ligeiramente âmbar, não deve ter fendas nem calosidades superficiais e o seu volume deve ter aumentado, no mínimo, para o triplo.

9. Para efectuar uma cozedura que conserva o sabor e as qualidades minerais, enzimáticas e vitamínicas da massa procede-se da seguinte forma: coloca-se na água já temperada de sal e em forte ebulição, a massa. Mexe-se e espera-se que a água levante, de novo, fervura. Conta-se um minuto de cozedura efectiva e apaga-se o lume. Cobre-se a panela com um guardanapo e depois com a sua tampa, aguardando-se o tempo normal de cozedura.

10. Quando feita em casa a massa deve ser confeccionada num ambiente nem demasiado quente, nem demasiado frio.

 

Hummm … 

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… tarte de mirtilos e rolo de geleia, do Gourmet Traveller, um site simplesmente “delicioso