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Na greenUPDATER. Da Teori.

 

sugestão amiga do ambiente

 

Este tiplo de aplique na parede fica muito actual em qualquer casa, e é uma excelente forma de começar a contribuir para salvar o planeta que nós próprios destruímos a cada minuto: ao secar pequenas peças de roupa como meias, lenços, etc, no seu aplique de parede, poupará não só tempo, como ainda trabalho e sobretudo imensa energia, consumida pelo secador de roupa.

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 A hortelã-pimenta é uma planta perene, originária da Índia e dos países asiáticos, que parece ter sido introduzida na Europa, pelo norte de África, onde se tornou famosa pelas suas propriedades aromáticas. Actualmente, é cultivada em todo o mundo, e o seu óleo essencial é utilizado industrialmente na perfumaria, farmácia e na fabricação de bebidas e doces. A infusão de hortelã é ainda a bebida refrescante mais popular no Norte de África; faz parte do ritual de hospitalidade e da vida diária dos mauritanos que consomem, pelo menos, três copos por dia.

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Erva medicinal e culinária
Símbolo de hospitalidade e sabedoria, a hortelã tem sido tradicionalmente usada como uma erva medicinal e culinária. Os gregos e os egípcios utilizavam-na como estimulante e tónico nervoso. O próprio imperador Carlos Magno decretou a hortelã como uma planta a proteger, numa atitude de pioneirismo ecológico. A medicina ayurvédica indiana utiliza-a para tratar feridas bucais, náuseas, promover a digestão e aliviar infecções respiratórias. Nós por cá, utilizamos tradicionalmente a infusão para acalmar distúrbios estomacais e ajudar a digestão de refeições pesadas. A hortelã fresca é usada para aromatizar receitas culinárias, aplicação que provavelmente adquirimos da cultura árabe.
O princípio activo da planta é o seu óleo volátil, constituído por mentol (35-55 por cento), metanona (15-30 por cento) e acetato metílico (3-10 por cento). O óleo actua, estimulando a secreção de sucos digestivos e da bílis, diminuindo a formação de gases e a flatulência, bem como a ocorrência de diarreias. Como relaxa os músculos da parede intestinal e atenua as contracções do aparelho digestivo pode aliviar os sintomas do síndroma do cólon irritável. Estimula ainda a produção de saliva, favorece o apetite, elimina o mau hálito e reduz as náuseas.

Óleo de hortelã: analgésico e para constipações
O mentol presente no óleo possui um ligeiro efeito anti-séptico, e, por isso, inalações dos vapores do óleo de menta são eficazes contra as constipações, inflamações da laringe e a bronquite. Externamente, o óleo excita os nervos sensoriais, diminuindo a sensação de dor e actuando como analgésico ligeiro. Primeiro, os receptores epidérmicos para o frio são activados, produzindo uma sensação refrescante, seguidamente o óleo provoca o espessamento dos vasos capilares junto à superfície epidérmica, e que, por sua vez, origina calor, aliviando assim as dores musculares e articulares. Pode ser aplicado topicamente sobre picadas de insectos pois diminui a comichão nas têmporas, alivia dores de cabeça e enxaquecas relacionadas com problemas digestivos; algumas gotas sobre a língua combatem o mau hálito, e bochechos com água aromatizada permitem aliviar dores nos dentes e nas gengivas.

Como tomar hortelã-pimenta
A hortelã-pimenta é comercializada seca, sob a forma de chá, óleo essencial, e em cápsulas com revestimento gastrorresistente.
Assim, para acalmar a síndrome do cólon irritável e os enjoos, deve tomar uma ou duas cápsulas, duas a três vezes ao dia, entre as refeições. Para acalmar o estômago e os sintomas da flatulência, prepare uma infusão utilizando uma colher de sobremesa de folhas secas por cada chávena de água a ferver, tape e deixe repousar por dez minutos, filtre e beba três chávenas por dia, após as refeições.
Para alívio de dores musculares ou articulares, dissolva quatro a cinco gotas do óleo essencial em quatro colheres de um óleo de base neutro (óleo de jojoba, amêndoas doces ou outro) e aplique sobre as áreas doridas até quatro vezes por dia.

Uma ninfa chamada Menthe
O nome da erva está relacionado com a mitologia grega. Reza a lenda que uma ninfa chamada Menthe, filha do deus do rio, Cocyte, seria amada por Plutão, deus do inferno, e que a mulher deste, Persófone, num acesso de ira transformou Menthe numa planta rasteira, cujo destino era crescer na entrada de cavernas rochosas. Assim, o nome botânico da hortelã provém de Menthe, claramente um atributo à ninfa, e uma alusão ao local de crescimento da planta.