A Câmara Municipal de Idanha-a-Nova realizou de 11 a 13 de Agosto, na aldeia de Penha Garcia, as Jornadas Etnográficas Penha Garcia Templária, que incluem uma feira medieval.
Armindo Jacinto, vice-presidente da autarquia, disse à agência Lusa que a iniciativa leva os visitantes ao período dos Templários e às influências islâmicas e cristãs deixadas em Penha Garcia.
Além da venda directa de produtos regionais alusivos à época templária, decorreu um programa diário, com início às 18:00, de onde se destacou a Noite do Sagrado e do Profano (dia 11), o Torneio de Armas de Cortesia e o Rapto das Freiras (12) e o Juízo Eclesiástico de heréticos e os seus castigos (13).
Nos três dias das Jornadas, com entrada gratuita, houve “comeres de antanho com temperos mouriscos”.
Penha Garcia é uma aldeia do concelho de Idanha-a-Nova, que possui um dos patrimónios mais ricos do Geopark Naturtejo, o qual está classificado pela UNESCO.
Eu estive lá e adorei! A aldeia de Penha Garcia é lindíssima, e do alto do castelo a vista é de cortar a respiração, mais ainda com um pôr do Sol como o de dia 13 … aqui vos deixo umas fotos, espero que gostem!
Com o título Desperte para a Realidade, esta campanha de grandes meios visa a sensibilização da população portuguesa para a questão das vítimas de exploração sexual e laboral e apela à denúncia de crimes de tráfico humano através de uma linha de apoio (808 257 257).
O Tráfico de Seres Humanos abrange uma grande diversidade de realidades, tais como a migração, o crime organizado, a exploração sexual e laboral, as assimetrias endémicas entre os países mais desenvolvidos e os mais carenciados, questões de género, direitos humanos, quebra de suportes familiares e comunitários.
Todos os anos, mais de 700.000 pessoas são vítimas de tráfico para fins de exploração sexual e laboral. As vítimas sofrem maus-tratos, violações, ameaças e são privadas da sua dignidade e dos seus direitos.
Segundo estimativas da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE), as crianças representam mais de 30% do tráfico de seres humanos no mundo, estimando-se que 1,2 milhões são vendidas anualmente para mão-de-obra na agricultura, minas ou para exploração sexual.
A campanha integra-se no I Plano Nacional Contra o Tráfico de Seres Humanos, aprovado em Conselho de Ministros para o triénio 2007-2010. O Plano visa o desenvolvimento de uma resposta e combate efectivo ao fenómeno do tráfico humano, através de uma cooperação multidisciplinar entre os diversos agentes envolvidos. E num momento em que muito se fala dos downloads ilegais e da penalização de quem tira uma música mp3 da internet sem pagar … não seria melhor concentrarmo-nos em problemas bastante mais sérios … como este?
Penso que os Nuttin’ But Stringz não são muito conhecidos em Portugal, mas já agora aqui fica a referência, pois gosto muito da música que fazem, com um estilo e género completamente novos:
Para comemorar o 125º aniversário a empresa italiana de joalharia, Bulgari, associou-se à organização não governamental, «Save the Children», num projecto solidário que tem como objectivo proporcionar educação às crianças que vivem em zonas de conflito.
O objectivo da campanha consiste em angariar 10 milhões de euros até ao final de 2009. A marca de joalharia vai doar, antecipadamente, um milhão de euros.
Para tal a Bulgari criou, especialmente para esta iniciativa um anel de prata com o logotipo da ONG gravada no interior.
A peça está disponível para comercialização até ao dia 31 de Dezembro nas lojas Bulgari de todo o mundo, em algumas department stores e na e-shop da Bulgari dos Estados Unidos. O anel custa 290 euros, dos quais 50 revertem para a campanha.
A iniciativa tem conseguido chamar a atenção da imprensa em grande parte devido à presença de celebridades que apoiam a iniciativa. Ben Stiller, Isabella Rosellini, Jason Lewis, Terrence Howard, Willen Dafoe, Jessica Biel, Olivia Wilde, entre outros. A Barbie também está lá, na montra dos famosos fotografados com o anel oficial da acção.
Embora antigo, este video da Uniao Zoofila fala muito em poucas palavras. Com a chegada do Verão, achei importante voltar a divulgá-lo. Deixem-me contar-vos um pouco da minha história… sou dona de 6 cães. Todos eles apanhados na rua. Um inclusivamente apanhado no meio de uma estrada em Mora, com apenas 1 mês e meio … todos os anos, na televisão, no fim do Verão, se ouvem relatos de centenas de animais abanadonados. E eu penso … eu não trocava nenhum dos meus cães nem por todo o dinheiro deste mundo, por nada desta vida, são os meus amores, são a minha família, amo-os como às pessoas de quem mais gosto. E como tal, muito menos os abandonaria em troca… de umas férias.
Quantas e quantas vezes se comenta a futilidade das pessoas que se atropelam em restaurantes para conseguirem os melhores lugares, ou que nunca nada dão sem esperar retorno … mas haverá futilidade maior na vida do que abandonar um animal.. para ir de férias?? Com isto não quero dizer que abandonar um animal seja correcto seja em que situação for. Não se admite, de forma alguma, é como abandonar uma criança. Agora… para ir de férias?? Porque atrapalha?
Realmente peço desculpa se pareço agressiva ou amarga… mas eu realmente espero nunca na minha vida ter o desprazer de conhecer alguém que abandone ou tenha abandonado um animal. Porque alguém que faz isso não pode ser mais do que uma pessoa profundamente desprezível.
Este mês o Jardim Zoológico de Lisboa comemorou 125 anos de existência. Confesso que sou uma presença bastanta assíduo e tento lá ir bem mais do que só duas ou três vezes por ano. Amo animais, vida selvagem e a liberdade que me transmitem (para além do facto de serem de muito maior confiança que a maioria dos humanos). Com uma campanha de marketing muito moderna e elegante em torno dos 125 anos, não deixem de visitar o Zoo… é um daqueles clássicos para a vida =)
Com a nova iniciativa P.E.T. da Pro Plan em parceria com a Liga Protectora dos Animais, basta apenas um registo no site (leva uns 3 minutos a fazer) e estará já a contribuir com uma refeição oferecida a um animal abandonado. Parece pouco… mas e se 10 milhões de portugueses se registassem? Pois é… um pequeno passo para o homem … um grande passo para a humanidade! Toca a registar, não custa nada e o direito dos animais à vida é tanto como o nosso.
Um animal abandonado pela sua família não é imune aos sentimentos. Também ele se sente perdido, sozinho, e sim… os animais sofrem, muito embora algumas pessoas desprovidas de sensibilidade, ou simplesmente imbecis, não acreditem.
REGISTEM-SE!!! Força aí na maionese (como diz o outro)… ;)